O Sagrado...

 Projeto: O Sagrado no Cotidiano Pessoal.

Para os alunos do 6º A,B e C....
VÍCIO: QUESTÃO DE SAÚDE, NÃO DE POLÍCIA
    O impacto do vício na saúde e na vida social do consumidor de psicotrópicos é, para a Organização Mundial da Saúde, uma questão de saúde pública tanto nos países desenvolvidos como nos emergentes. As drogas respondem por 8% das mortes anuais no mundo. Mas esses números não  intimidam os viciados, uma vez que o consumo de drogas não pára de crescer em muitos países, de acordo com o órgão.
    Uma das principais preocupações da OMS são as drogas injetáveis. Essas substancias, por serem administradas por agulhas, podem aumentar o risco de contaminação por HIV e hepatite se o usuário compartilhar a agulha com pessoas dos vírus que essas doenças.
    Estima-se que hoje cerca de 5 milhões de pessoas usam drogas injetáveis no mundo. O número de países que apresentou à OMS dados sobre o registro de consumidores desse tipo de drogas na sua população cresceu de 80 em 1989 para 121 em 1995.

Pense nestas questões:

1.O uso das drogas é um desrespeito à própria vida? Por quê?
2.Qual seria o melhor antídoto contra as drogas?

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1.Texto: O travesti e os Religiosos, de Rubem Alves.

Daquele dia em diante, Mestre Benjamin parou de esperar que lhe fizessem perguntas. Ele se assentava e a cada noite contava uma das parábolas do Senhor das Estórias.

    “Um homem perguntou ao Senhor das Estórias sobre os mandamentos. Ele respondeu: O primeiro mandamento é que devemos amar a Deus mais do que amamos as coisas que possuímos. E o segundo mandamento é que devemos amar o nosso próximo com mesmo amor que temos para conosco mesmos”.
    “Equem é o meu próximo, o homem perguntou.
    “E foi essa a estória que ele contou:
    Era uma vez um garçom que, depois de uma noite de trabalho, voltava para a sua casa com o pouco dinheiro que havia recebido como gorjetas para sustentar a sua família. Eram quatro horas da madrugada, as ruas estavam vazias e escuras. Valendo-se da escuridão, dois ladrões atacaram o garçom e, além de roubarem o seu dinheiro, bateram nele, deixando-o como morto na calçada. O tempo passou. O sol anunciou a manhã. Passava por aquela rua, no seu carro, um sacerdote que se dirigia à igreja para celebrar a primeira missa. Vendo o homem caído, ele se lamentou e disse: “Se não fosse pela missa, eu pararia para ajudá-lo”. Rezou um Padre-Nosso e uma Ave-Maria em intenção do ferido e foi cumprir suas obrigações religiosas. Logo depois passava por aquela mesma rua, no seu carro, um pastor evangélico que se dirigia para a sua igreja a fim de dirigir uma reunião de oração. Ao ver o ferido, ele perguntou: “Meu Deus, que terá feito esse homem para que o Diabo assim o castigasse?”. Premido por suas obrigações religiosas ele de longe executou gestos de exorcismo e continuou na direção da sua igreja. Levantado o sol, manhã clara, passava por ali um travesti, em sua lambreta, vindo de uma noite de farras. Ao ver o homem caído, o seu coração se comoveu. Parou, colocou o homem na garupa e levou-o a um hospital. Lá, tirou do seu bolso todo o dinheiro que tinha e disse: Para pagar os gastos que houver... E desapareceu antes que a policia chegasse. Terminada a parábola, Jesus perguntou aos que o ouviam: 'Desses três, qual foi aquele que cumpriu o mandamento do amor?'.
    “Todos ficaram em silêncio por saberem a resposta. Mas os religiosos não gostaram...
                                   (Parábola do Bom Samaritano)”


 

 

 

 

http://www.movpazrecife.org.br

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=S76jXOoIqes

 África do Sul, início do século XX. Após ser expulso da 1ª classe de um trem, o jovem e idealista advogado indiano Mohandas Karamchand Gandhi (Interpretado por Ben Kingsley) inicia um processo de auto-avaliação da condição da Índia, que na época era uma colônia britânica, e seus súditos ao redor do planeta. Já na Índia, através de manifestações enérgicas, mas não-violentas, atraiu para si a atenção do mundo ao se colocar como líder espiritual de hindus e muçulmanos.

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Gandhi e outros Construtores da Paz.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mahatma_Gandhi

 


 

 

 

 

 

 

Projeto da EMIF Florival Alves Seraine      Eu e outro...

Turma do 9º ano/2011














                    Para: Fernanda


DINÂMICA :AMOR E VIDA

Peça que a turma fique em pares. Uma pessoa será a VIDA e a outra o AMOR.

AMOR – Oi! Pergunte para a vida qual o nome dela.
VIDA – Oi! Pergunte para o seu amor qual o nome dela.
AMOR – Oi! Demonstre para a sua vida que você está feliz. dê um abraço nela.
VIDA – Oi! Pegue nas mãos do seu amor.
AMOR - Oi! Pergunte para sua vida se ela tem outro amor.
VIDA – Oi! Pergunte para seu amor se ela tem outra vida.
AMOR – Oi! Pergunte para sua vida qual o significado do amor para ela.
VIDA – Oi! Comece a chorar.
AMOR – Oi! Não deixe sua vida chorar. Conforte-a.
VIDA – Oi! Você ficou triste, alegre-se.
AMOR – Oi! Não deixe sua vida escapar, segure-a pela mão.
VIDA – Oi! Liberte-se dessa dor. Vá em busca de outro amor.
AMOR – Oi! Pergunte para sua nova vida, qual o seu nome.
VIDA – Oi! Não seja ingrata. Demonstre que está feliz e abrace seu novo amor.
AMOR – Oi! Fale para sua nova vida que você está muito feliz em vê-la.
VIDA – Oi! Seu verdadeiro amor a chama. Volte para seu primeiro amor.
AMOR – Oi! Fale para sua vida que estava com muita saudade.
VIDA -- Oi! Fale para seu amor que está muito feliz em revê-lo.
AMOR – Oi! Bata palmas para sua vida.
VIDA – Oi! Bata palmas para o seu amor.
AMOR E VIDA – Oi! Batam palmas porque só assim podemos ver estas coisas que são muito importantes para o ser humano.

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O  SAGRADO  COTIDIANO



SAGRADO COTIDIANO surgiu um dia em que minha imaginação, nitidamente, em letras brilhantes, como um daqueles letreiros luminosos de restaurantes. Eu sequer sabia o que significava “sagrado cotidiano”, mas compreendi que esse seria o título de meu próximo livro.


Passaram-se dois anos e eu não escrevera uma só palavra.



Então, num dia em que me sentia particularmente desanimada, apareceu uma outra imagem nítida:



UMA TIGELA PARA RECOLHER ESMOLAS.



Na verdade, ela reapareceu.



Eu tinha lido Centerig, de M. C. Richards, há alguns anos. Era um livro a respeito da argila e da vida. Nele, Richards descevia Jean Genet, o dramaturgo francês, que havia dito que desejava percorrer o interior do país como um monge, levando nas mãos uma tigela para recolher esmolas, cheia do que necessitava para alimentar-se em sua vida.



SAGRADO COTIDIANO, e AGORA A TÍGELA PARA RECOLHER ESMOLAS.



Era óbvio que todos os que me conheciam sabiam que eu não era um monge, e que a simples idéia de mendigar nos constrange. A despeito disso, a imagem de uma tigela para recolher esmolas impressionou-me e aposso-se de meu coração.



A imagem da tigela de pedinte transformou-se na imagem do livro.



Tudo o que eu sabia a respeito de uma tigela para recolher esmolas era que todos os dias um monge sai com sua tigela vazia nas mãos. O que quer que seja colocado nela será seu alimento durante o dia.



Eu não sabia se eu era o monge, a tigela ou as coisas que a enchiam, ou as três coisas, mas confiava totalmente nas palavras e na imagem.



Naquele momento, sentia-me mais como a tigela vazia, esperando ser preenchida.



Dirigi-me para o computador, esperando escrever, mas as palavras não me ocorreram. Com o computador ainda ligado, caminhei – praticamente corri escada abaixo - para o estúdio um saco de dez quilos de argila, disposta a fazer minha primeira tigela para recolher esmolas. No momento em que minhas mãos tocaram a argila, lembrei-me de uma sábia e maravilhosa afirmação de M. C. Richards, feita h´muitos anos.



Não estamos modelando recipientes, mas a nós mesmos.”



Como o monge que sai com sua tigela vazia, preparei-me para observar o que cada dia me oferecia.



Comecei verificando. Da maneira como faria um pesquisador, o que eu fazia – todos os meus pensamentos, sentimentos e experiências que pudessem estar ligados ao sagrado cotidiano.



No entanto, de alguma maneira que ainda não me fora revelada, senti que uma conexão entre o SAGRADO COTIDIANO e a tigela PARA RECOLHER ESMOLAS.



Procurei “sagrado” no dicionário e encontrei: “aquilo que deve ser reverenciado”. Perto, estava “sacramento”: “uma prática considerada particularmente sagrada como sinal ou símbolo de uma realidade mais profunda”.



São coisas comuns, familiares, “que devem ser reverenciadas”?



Queria ver com uma visão diferente.



O que poderia ter havido desde o principio que eu não fora capaz? A que eu não dera importância?



Quando comecei a procurar, encontrei professores em toda parte. Alguns eram oficialmente chamados de “pessoas sábias”. Outros não, mas eram igualmente sábios. Lembranças do passado reapareceram, renovadas. Surgiram objetos com lições a serem ensinadas.



Aprendi com tudo e com todos.

O que vem a seguir são histórias, as pessoas e as experiências que encheram minha tigela – um registro da ligação dos pontos de minha busca do sagrado no dia-a-dia.





Referencias Bibliográficas



BANDER,Sue.O Sagrado Cotidiano. São Paulo;Paulinas,1998






Site Para Leitura e resumo dos texto: Budismo e Cristianismo













Vivemos em uma sociedade exclusivista...